Blog

Jan 16 2026

José o amigo da minha filha!

  Há algum tempo um amigo da minha filha, o José, com quem eu tinha estado uma vez no aniversário dela (ver "O amigo da minha filha também teve direito a prenda" a publicar) ligou-me, pois, tinha o tio e um amigo do tio que queriam construir moradias para vender e necessitavam de um terreno. Eu trabalha como consultora imobiliária, na época.
Combinamos encontrar-nos no dia seguinte ao fim da tarde no meu escritório. Assim que chegaram, o José cumprimentou-me e apresentou o tio, Pedro e o amigo André, bem vestidos e bonitos, teriam menos 10 anos que eu. Sentamo-nos na mesa de reuniões e começamos a falar um pouco sobre o que eles pretendiam. Ao fim de algum tempo de conversa  e como tinha um terreno com as carateristicas que eles procuravam, combinamos ir ver o terreno para percebermos melhor do que estávamos a falar. Estávamos no fim do verão, estava muito calor por isso, tinha apenas um vestido azul sem roupa interior, não esperava sair do escritório, mas o trabalho assim o obrigou. Chegados ao terreno, estava um pouco de vento e por diversas vezes percebi que estavam a olhar mais para mim do que para o terreno. Acabamos por demorar mais tempo do que o previsto, então convidaram-me para jantar para podermos continuar a discutir a possível venda. Liguei ao meu marido a avisar que não ia jantar em casa. Fomos jantar a um restaurante recatado, comemos carne e bebemos vinho, eu comecei a ficar logo quente e a conversa por diversas vezes saiu do negócio para a sensualidade e o erotismo. Já estávamos na sobremesa e todos já bem bebidos o José pediu para nos calarmos que queria fazer uma comunicação.
Sussorrou entre dentes: - A melhor foda que eu dei foi com a Isabelle, só tenho pena de não ter-lhe comido o cuzinho! Fiquei sem palavras, sem saber o que fazer, encabulada, mas ao mesmo tempo aquele comentário deixou-me excitada... foda-se! O Predro e o André riam-se curiosos. Um silêncio momentãneo instalou-se... Quebrado por Pedro: 
- Para além de ser muito bonita, acredito que a Isa, deve ter um corpo delicioso. Posso estar enganado, mas tu tens aspeto que gostas muito Foder. E, André remata: - Calculo pela forma, que deves adorar levar no cú! Sorri, meia envergonhada... com um sorriso malandro pois a conversa estava-me a deixar louca, excitada, bem molhadinha...como já estava bem regadinha, já só queria pissa... - Vamos tomar café a uma esplanada? - perguntou José. Concordamos e fomos a uma esplanada junto ao rio Douro, quando chegamos estavam a fechar, mas ainda nos serviram, os cafés e os respetivos digestivos. Claro que a partir daqui, apenas falamos de sexo e do que gostávamos. A conversa deixou-me bem húmida, excitada e cheia de vontade. Acabei por confessar que adorava sexo anal. Sentir um pau a enrabar-me era surreal, sublime!

Fecharam o café e fomos até a beira do rio, o Pedro foi ao carro buscar uma manta, colocou-a no chão, sentei-me, o André sentou-se dum lado, o Pedro do outro e o José ficou em pé. O José como era o mais atrevido disse: - Adorava sentir-te de novo Isa e experimentar o esse cuzinho. Sorri e disse: - Nunca mais me esquecias…                        - Mostra-nos pelo menos essas pernas bronzeadas. - disse o José a rir. Levantei-me e fiquei no meio dos 3 de frente para o Pedro e o André e de costas para o José. Subi a saia quase até á cona. - Sobe um pouco mais para ver o teu cu! - disse o José. Estava a ferver, louca... cheia de vontade de ser fodida subi a saia de forma o José ver uma nádega e os outros verem bem as minhas coxas. A cabeça rodopiava... Voltei-me a sentar, mas desta vez com o vestido bem subido, o André colocou a mão no meio das minhas coxas e subiu até a minha cona, o Pedro puxou-me o vestido para baixo e as minhas mamas saltaram á vista de todos. O André levantou-se, abriu as calças, baixou os boxers e tirou um pau bem grande e duro que colocou bem junto da minha boca. Olhei para ele, não hesitei, agarrei no pau e comecei a lamber a cabecinha e o tronco, depois a chupar. Entretanto o José tirou a piça para fora, segurei nela com a mão que tinha livre e fui masturbando-o devagar enquanto mamava o Andre. O Pedro tinha começado a lamber-me as mamas e descido até a cona, tinha uma língua que sabia o que fazia. Estava doida, sufocante... Passado um pouco troquei e comecei a chupar o José e a masturbar o Andre. Aqueles mangalhos endoideciam-me, estava tão excitada... que explodi na boca do Pedro. Contorcia-me, debatia-me... gemia... estava possuída... eles com firmeza agarravam-me... forçavam-me a chupa-los e a ser chupada... um grito ensurdecedor e tenho a boca cheia de porra, a pingar... José tinha acabado de se vir na minha boquinha... uma torrente de leitinho agridoce... delicia! -Deixa-nos ver esse cu, Puta gostosa! Grita o Andre. Virei-me empinei o rabo para que eles pudessem ver bem, estavam todos doidos, ferozes com vontade de me foder o cu! E, eu louca que me enrabassem. Meti os dedos na minha boca toda lambuzada de porra e lubrifiquei bem o cuzinho. Levantei-me, o Pedro de um lado, o José do outro, lambiam-me as tetas, eu segurava um pau em cada mão masturbava-os. O Andre levantou-me o vestido e apalpava-me o cu com uma mão e com a outra roçava o pau no meio das minhas nádegas bem junto do buraquinho. Estava louca, ensandecida de vontade para sentir aquelas piças dentro de mim. Gemia em surdina... fodam-me caralho... O Andre inclinou-me bruscamente para a frente, subiu o vestido, abriu-me as nádegas e meteu a língua bem no meu cu, o Pedro veio para a minha frente e enfiou o pau todo na minha boca, goela abaixo... Com uma mão masturbava o José e com a outra, segurava o Pedro ele estava a meter e a tirar rápido no fundo da minha garganta. Sufocava com aquela piça dura... sentia a língua do Andre no meu cu e os dedos bem enfiados na minha cona... hummmm...  inevitável tive mais um orgasmo... chiava como uma vaca... vim-me toda corria seiva da minha buceta... estava encharcada! - Esta Puta não pár de se vir! Gritou Pedro. O Pedro deitou-se na manta, e disse: - Senta-te nesta piça… Obedeci de imediato. Tirei o vestido, sentei-me em cima dele e com a mão meti o pau na minha cona toda molhada e comecei a galopar a subir e a descer naquele troço duro, o José meteu o mangalho na minha boca e o Andre meteu um dedo no meu cu massajando bem, depois 2 dedos e continuou a massajar. Eu estava louca... berrava como uma cabra, torcia-me, gemia, gania, gritava quero piça... quero piça... estava louca para sentir um troço no cu. Quando meteu 3 dedos, supliquei aos berros: - Mete a piça porra! Fode-me o cu todo! Deitei-me sobre o Pedro e com as mãos abri bem o cu, encostou a cabeça do pau no olho do meu cu. - Devagar ao início! Murmurei baixinho! Foi metendo devagar até entrar todo, depois comecei no vai e vem a sentir as piças a entrar e a sair, levantei-me um pouco para alcançar o pau do José e chupá-lo. Com a dupla penetração e o pau na boca não foi preciso muito para ter vários orgasmo. Estava alagada de porra, seiva e suor! Estava completamente possuida com o diabo no corpo, quanto mais fodia mais queria foder! insaciável... Passados uns minutos o Andre tirou o pau. Levantou-se e levantou-me - Mete a piça do Pedro no cu! Que eu quero foder-te a cona. Sentei-me ao contrário com a mão enfiei o pau do Pedro no cu descendo lentamente, sentindo-o a arregaçar-me o cu todo, inclinei-me para trás, o Andre com uma estocada certeira enterrou-me o pau na cona... gemia mas a piça do José  já sufocava meus grunhidos e fodia-me a boca, enquantos os dois me fodiam os buracos debaixo. - Agora é a minha vez, de rebentar-lhe o cu todo! gritou o José. Agarrou-me com força, colocou-me de quatro como uma cadela, bem com o cu, virado para ele, e começou a foder-me o cu cheio de tesão com raiva a espumar...  vou rebentar esse cu! E grunhia... sentia o cu dilacerado mas o prazer misturava-se com a dor... revirava os olhos e uivava de prazer tinha a cona a pingar... Entretanto o Pedro e o Andre vieram para a minha frente, comecei a chupá-los á vez. Quando sentia o pau de um latejar demais na minha boca, mudava para o outro. Que delicia de piças...O josé grita, berra agarra-me contra si... vou-me esporrar todo! Sinto o jato de leite a ferver no meu cu... O pau do Andre latejava na minha boca, ele segurou-me cabeça com as mãos e começou a foder-me a boca como se fosse a cona... Vou encher-te essa boca de leite, minha vaca!....Que tesão...Não precisou de muito tempo para encher a minha boca de leite quente, engoli e continuei a chupar... corria-me esporra pelos cantos da boca, de seguida abocanhei a piça do Pedro que se esporrou de imediato! - Que puta é de outro mundo! Só quer Piça! Eu., estava extasiada, bamba, tremia, tinha espasmos de prazer, gemia sem parar tinha os buracos todos a arder... mas queria mais... - Gritava venham... venham... era um orgasmo só... não parava de me vir.. mijo, seiva, leite, suor, saliva... Ardia... um fogo cada vez maior... aqueles corpos, aquelas piças... endoideciam-me de prazer!... Doiam-me os joelhos, levantei-me trémula, a cambalear... com uma dor dilacerante no cu... mas queria mais... muito mais... O sangue fervia, as minhas veias pareciam montanha... estava louca... endoidecida! Sentia o cu bem aberto, quando me encostaram a um muro. Veio o Andre e meteu-me o pau no cu e fodeu-o durante um bom pedaço, eu gemia confusa com as mamas espalmadas contra o muro, de seguida vem o Pedro espeta-me a piça no cu e fode-me com força, berro, babo-me a cona pinga... por fim vem o Andre agarra-me oo cabelo e enfiou com violência o troço pelo cu acima, se dó e fodeu-o cheio de vigor... tive um orgasmo enorme, sentia as pernas a tremer e a minha cona escorria liquido de tão excitada que estava, continuou a foder-me enquanto os outros se masturbavam, rodou-me para o lado, curvou-me, tirou a piça e jorrou o leite em cima do meu cu. Eu berrava a plenos pulmões como uma cadela vadia... a puta das putas... que noite... vou ensandecer de prazer... UIVAVA! de dor e prazer!... Ainda estava curvada quando o Pedro o meteu no cu novamente, bombando com força, o José procura a minha boca, abri-a bem e engoli o pau todo comecei a lamber as bolas enquanto o segurava, para ele o tirar, não aguentou e esporrou-se bem dentro da minha garganta. Ao sentir o leite quente pela minha garganta abaixo e o cu a ser bombado, tive mais um orgasmo... Estava ensopada toda dorida os musculos latejavam de dor... a boca rebentada, a cona assada, o cu arrebentado.... que loucura!    Coloquei-me de cócoras com os 3 paus a minha frente para dar uma última chupadinha, o leite que estava no meu cu começou a escorrer até a cona. Passei os dedos na minha cona e depois na boca para sentir o sabor, quando passei os dedos no meu cu senti-o todo aberto, tão aberto que quase dava para meter a minha mão, com os dedos rapei o leite e voltei a meter na boca. hummmm.... delicioso! Vestimo-nos e viemos embora, assim que me sentei no carro meti os dedos no cu pois continuava a senti-lo aberto, mas era apenas impressão. Passei toalhitas no corpo todo, para limpar vestígios e tirar o cheiro a sexo e fui para casa com as janelas abertas. Quando cheguei o  corno do meu marido estava na sala dei-lhe um beijo rápido nos lábios e derigi-me a casa de banho quando me disse.                                                                                          - Estás com um cheiro estranho!                                                                                                                                                                                                                                    - Deve ser das toalhitas, estava a suar e passei toalhitas…Olhou para mim desconfiado                                                                                                                                             - Tenho de ir a casa de banho, estou a sofrer de fazer xixi. Aproveitei e tomei banho e lavei os dentes. Assim que sai fui para o sofá e estivemos os dois a conversar um pouco. Mais uma vez tive sorte em não ter sido apanhada, mas ele andava cada vez mais desconfiado.                                                                                                                  No dia seguinte sentia-me dorida, mas já com vontade de repetir.